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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Atletas de Teresópolis viajam para a Olimpede

Atletas de Teresópolis com equipe da Assind e das Secretarias de Esportes e de Educação, além de patrocinador e de supervisores: rumo à Olimpede 2014, em Volta Redonda
Olimpede 2014: atletas de Teresópolis viajam para a maior competição do esporte adaptado do Brasil

Teresópolis, 28 de novembro de 2014 – Contando com 42 pessoas, a delegação de Teresópolis viajou nesta sexta-feira, dia 28, rumo a Volta Redonda para participar da edição 2014 da Olimpede - Olimpíada da Pessoa com Deficiência. Considerada a maior competição do esporte adaptado do Brasil, o evento terá a participação de 160 entidades, representando 45 municípios dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Pará. Reunindo cerca de 2.500 pessoas, entre atletas, comissão técnica e equipes de apoio, a Olimpede será realizada até domingo, 30, no Ginásio Poliesportivo da Ilha de São João.

A comitiva de Teresópolis é formada por alunos assistidos pela Divisão de Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação, atletas da Assind (Associação Síndrome de Down) e os inscritos pela Liga Teresopolitana de Desportos. Os esportistas vão competir em diversas modalidades adaptadas, como corrida, tênis de mesa, cabo de guerra e arremesso ao cesto. Em 2013, os 48 atletas da cidade conquistaram 57 medalhas, sendo 15 de Ouro, 20 de Prata e 22 de Bronze.

Como nos anos anteriores, o grupo conta com o apoio da Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer. “A Secretaria de Esportes sempre garante a participação da equipe de Teresópolis na Olimpede, com transporte e alimentação. Agradecemos às entidades participantes e torcemos para que os nossos atletas tragam muitas medalhas, como acontece todo ano”, disse o coordenador de Esportes da Secretaria, Zeca Godinho, destacando também o patrocínio da empresa SAF Assistencial.

O professor Marcelo Quintanilha, da Secretaria de Esportes, acompanha a participação da cidade na Olimpíada há oito anos. “Mais uma vez o Município oportuniza a esses atletas uma experiência positiva nessa competição, para que eles se sintam valorizados. É uma satisfação muito grande”.

Especializada em deficiência visual, a professora Cristina Kenupp, da Divisão de Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação, também faz parte da delegação de Teresópolis. Para ela, o ponto alto desse evento é a inclusão da pessoa com deficiência. “Os alunos têm a oportunidade de interagir e mostrar as suas potencialidades. Mais importante do que ganhar as partidas é eles estarem com seus pares e perceberem o que conseguem fazer. Isso é importantíssimo para a autoestima deles”.

A presidente da Assind (Associação Síndrome de Down), Jô Falceta, acompanhou a partida dos 11 atletas de sua equipe, junto com supervisores, rumo a Volta Redonda. “A expectativa sempre é fazê-los participar coletivamente, de terem a chance de conviver com os amigos sem a companhia dos pais, uma coisa bem diferente do cotidiano deles. A socialização é o que mais importa”.

Os atletas Maiara da Costa Santos, de 16 anos, e Johny Pimentel de Souza Gonçalves, 29, deixaram Teresópolis na expectativa de boa participação na Olimpede e na conquista de muitas medalhas. “Eu gosto mais de participar da caminhada, de pelota e de chute a gol”, Maiara contou, animada. “Vou tentar trazer duas medalhas, dos jogos de chute a gol e de arremesso. Vai ser uma boa vitória pra nós”, completou Johny.

Evento de destaque no calendário do esporte adaptado do Brasil, a Olimpede foi criada em 1987 pela Prefeitura de Volta Redonda, passando a ser anual em 2001. O objetivo principal é favorecer o desenvolvimento integral da pessoa com deficiência, proporcionando o intercâmbio técnico e a integração de diversas instituições através da prática esportiva adaptada. 

FOTOS – crédito Jeferson Hermida
Fonte-Assessoria de Comunicação de Teresópolis

Centro Educacional Beatriz Silva de Teresópolis lança jornal feito por alunos

Alunos do Beatriz Silva comemoram o lançamento do Jornal Café Cultural
Centro Educacional Beatriz Silva lança jornal feito por alunos

Teresópolis, 28 de dezembro de 2014 - A ideia surgiu através de duas professoras: lançar um jornal feito por alunos e que pudesse comunicar os anseios, interesses e descobertas dos estudantes em temas relevantes e atuais. Assim nasceu o informativo Café Cultural, uma construção coletiva de 22 alunos do Centro Educacional Beatriz Silva, unidade da rede municipal de ensino localizada na Barra do Imbui. Orientado pelas professoras Gabriella Freidman Mattos e Kátia Brandão, o periódico tem tiragem inicial de 500 exemplares e é impresso totalmente em cores.

Segundo a professora de ciências e educadora sexual pela Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana, Gabriella Freidman Mattos, a ideia do jornal nasceu por necessidades diversas, mas com objetivos em comum. De um lado, divulgar a cultura nacional e artistas brasileiros, do outro, discutir e informar expressões de comportamento e sexualidade juvenis. Além de, é claro, gerar discussões e pensamentos a respeito de temas geradores de interesse dos alunos.

“Dividimos o jornal em uma coluna cultural e outra sobre sexualidade humana. Passamos nas salas convidando os alunos e informamos que a participação no projeto não incluía nenhum benefício, como pontos ou conceito, e que o trabalho seria realizado fora do horário escolar. De um grupo grande de interessados, fechamos com 22 colaboradores que realizaram o projeto, com coordenação nossa, mas inteiramente realizado por eles”, explicou Gabriella.

O aluno Marlon de Oliveira, de 16 anos, ganhou o posto de editor da coluna Sexualidade na Escola, que nesta edição debateu o tema “Caiu na Rede”, sobre a exposição excessiva de jovens através das mídias sociais. Além de um artigo sobre o assunto, a coluna traz opiniões dos estudantes, dicas para evitar a situação e perguntas e respostas sobre sexualidade, com a professora Gabriella.

“Nesta coluna fazemos um alerta e uma tentativa de conscientização dos alunos para que eles não se exponham tanto nas redes sociais, já que isso pode trazer consequências não muito agradáveis. Foi muito interessante também ver as dúvidas que todo mundo tem sobre sexualidade e podermos ajudar através do jornal”, comentou Marlon.

Professora de Língua Portuguesa com 25 anos de experiência na escola, Kátia Brandão sempre desenvolveu atividades extraclasse com seus alunos, mas desta vez ela resolveu inovar e pensou na criação de um jornal. A ideia veio de encontro à proposta da professora Gabriella e, juntas, empreenderam o projeto, que contou com o total apoio da direção da escola, dos pais e responsáveis.

“O trabalho foi cansativo, mas a direção abraçou a ideia, os alunos se empenharam, conseguimos patrocínios e foi muito prazeroso realizar esse projeto. O jornal é um meio de comunicação muito importante para os estudantes entenderem que há um mundo além da escola e colocá-los como protagonistas nessa construção de conhecimento”, analisou a professora Kátia, coordenadora da parte cultural do jornal.
As professoras Kátia e Gabriella coordenam o projeto e incentivam os alunos
A aluna Mariellen de Oliveira, 15 anos, já decidiu seguir a carreira de jornalista e ficou muito empolgada com o resultado do trabalho em equipe. “Ficamos felizes em poder evidenciar a cultura nacional, que é uma grande preocupação da professora Kátia. Falamos de Cândido Portinari e José Lins do Rego e do livro Menino de Engenho, escrito por Rego e ilustrado por Portinari”, contou a aluna.

Além de sexualidade e cultura nacional, o jornal ainda traz informações sobre música, profissões de futuro, saúde e textos dos alunos. Para a direção da escola, o projeto deverá ter continuidade no próximo ano, se possível, se tornando mais amplo e abrangendo toda a comunidade escolar.

“O primeiro número do Café Cultural foi apenas um embrião. É um projeto caro, trabalhoso, mas nossa intenção é ampliar e levar o que está acontecendo dentro do espaço escolar para a comunidade. Ano que vem pretendemos fazer duas edições, uma em cada semestre, ampliando para a participação de mais alunos e incentivando sempre a cultura e a criatividade, dando um desdobramento daquilo que acontece no espaço escolar”, finalizou a diretora Jane Lara Motta.

 O aluno Marlon de Oliveira, escolhido com o editor da coluna sobre sexualidade
 A aluna Mariellen participa da coluna de cultura e decidiu ser jornalista

Texto e fotos – Marcelo Ferreira
Fonte-Assessoria de Comunicação de Teresópolis

Acadêmicos do UNIFESO Teresópolis trabalham no reflorestamento do Campus Quinta do Paraíso

Acadêmicos do UNIFESO Teresópolis trabalham no reflorestamento do Campus Quinta do Paraíso
Acadêmicos do UNIFESO trabalham no reflorestamento do Campus Quinta do Paraíso

Estudantes do curso de Engenharia Ambiental realizaram o plantio de diversas espécies, em outubro, no Campus Quinta do Paraíso do Centro Universitário Serra dos Ógãos (UNIFESO), na Prata. A ação faz parte do projeto “Recuperação de uma área degradada, a partir da Agroecologia, em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro”, que tem o apoio do Programa de Iniciação Científica, Pesquisa e Extensão (PICPE).

O projeto, que tem a coordenação da professora Verônica Rocha Bonfim, dos cursos de Engenharia Ambiental e Sanitária e Engenharia de Produção, visa recompor uma área degradada utilizando princípios e práticas da Agroecologia. “É um trabalho muito importante para a região, pois temos que integrar projetos visando o planejamento rural e/ou urbano e o melhor uso e ocupação do solo, devolvendo ao mesmo as propriedades físicas, químicas e biológicas para que ele possa responder satisfatoriamente, tudo isso visando reduzir os impactos negativos gerados pelas práticas antrópicas. Importante, ainda, valorizar as práticas sustentáveis e fortalecer os grupos que já atuam com Agroecologia em Teresópolis”, observou a professora.

Fonte:Unifeso Clipping (Jornalismo)

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